Algo está sangrando,
o ar está úmido e salgado, borrado.
E eu sou um espelho que não funciona, sempre serei,
um portal para o desespero alheio.
Sempre sem memória, sempre arrependido, sempre em duvida, sempre em nóia.
Eu sou a desgraça do seu futuro, e enquanto a cigana não aparece, eu fico sendo o presente de recordação que caiu da estante e quebrou.
Cole ou jogue fora, só não me deixe no chão.
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