Você pode estar passando.
Você pode estar me espreitando.
Você pode estar muito longe
ou ser um amigo querido.
Você pode ainda não ter nascido,
ou já ter partido.
Você pode já ter deitado ao meu lado,
sem ter olhado em meus olhos.
Você pode ter deixado de ser só minha,
e eu nem ter me dado conta.
Você pode me odiar, querer minha morte
ou talvez não saber se é amor.
Imagino segurar sua mão, você é uma lembrança de futuro, você está por ai meu amor, e a esperança é minha mais nova amiga, e que me fez prometer que eu irei te encontrar.
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
O Curinga e a donzela
Quando a vi não acreditei, me fiz desinteressado, não a olhei atravessado, amalandrei-me em meus atos, fiz truques e palhaçada, tropecei na calçada, fiz piada fiz piada.
Não sabia mais o que fazer, só sabia o que queria fazer... comecei a acreditar.
A olhei de cima a baixo, a olhei de fora a dentro e em um tropeço de folia nossos lábios se tremeram, primeiro os lábios depois o resto, tudo parou e pelo lado de fora do planeta via-se o inicio do vôo das borboletas, violetas, azuis, anis e multi-cloretas.
Bebida não precisava, e tabaco já não tinha mais graça, e a minha graça se fez em cabelos cor de entardecer e em olhos de abismos que me afundavam em alegria e ecoava felicidade.
E o sorriso, ah o sorriso... aquele que não se descreve, aquele impossível, aquele dos filmes, aquele de que não precisa mais de ar, água, carnaval, música, amanhã. O sorriso mais belo em que já botei minhas esperanças e o mais doce que os doces da doceria, que vale um quadro de um artista ressuscitado, que vale um noticiário urgente na tv, e um oscar adiamantado.
Agora passa o tempo é mais hora de alegria, a donzela o faz curinga e saem em companhia, com suas bolinhas e seus pulinhos dançando a dança da caixinha com os monstros na folia.
A noite chega, o vento assobia a chuva para, e o amanha já não existirá para nós, sabemos, mas não deixamos a promessa do amanhã dominar o nosso presente, e sem medo sorrimos e agora mais que nunca a verdade está presente, e palavras não são mais necessárias e em um abraço tudo de apaga.
Você que me disse bom dia, e com um ultimo beijo sem rotina, desperto deste sonho e de máscara ou sem ela, saiba que sempre lembrarei da história do curinga e da donzela.
Não sabia mais o que fazer, só sabia o que queria fazer... comecei a acreditar.
A olhei de cima a baixo, a olhei de fora a dentro e em um tropeço de folia nossos lábios se tremeram, primeiro os lábios depois o resto, tudo parou e pelo lado de fora do planeta via-se o inicio do vôo das borboletas, violetas, azuis, anis e multi-cloretas.
Bebida não precisava, e tabaco já não tinha mais graça, e a minha graça se fez em cabelos cor de entardecer e em olhos de abismos que me afundavam em alegria e ecoava felicidade.
E o sorriso, ah o sorriso... aquele que não se descreve, aquele impossível, aquele dos filmes, aquele de que não precisa mais de ar, água, carnaval, música, amanhã. O sorriso mais belo em que já botei minhas esperanças e o mais doce que os doces da doceria, que vale um quadro de um artista ressuscitado, que vale um noticiário urgente na tv, e um oscar adiamantado.
Agora passa o tempo é mais hora de alegria, a donzela o faz curinga e saem em companhia, com suas bolinhas e seus pulinhos dançando a dança da caixinha com os monstros na folia.
A noite chega, o vento assobia a chuva para, e o amanha já não existirá para nós, sabemos, mas não deixamos a promessa do amanhã dominar o nosso presente, e sem medo sorrimos e agora mais que nunca a verdade está presente, e palavras não são mais necessárias e em um abraço tudo de apaga.
Você que me disse bom dia, e com um ultimo beijo sem rotina, desperto deste sonho e de máscara ou sem ela, saiba que sempre lembrarei da história do curinga e da donzela.
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