Sua índole maldita que me tira a concentração, a fome, o sono o sorriso, porque me testa tanto? Porque tem de ser assim?
Porque judia de mim?
A embriagues da noite te deixou assim e fui eu o autor dessa desgraça, a culpa é toda minha. Se não fosse pelo desejo da rebeldia e extrapolamento do limite, isso não teria acontecido! Você não teria se mostrado rebelde como eu com um sorriso bêbado e sem sentimento, uma gargalhada sem destino em um mar de gente, a minha falta de limite me furou os olhos em você eu não sabia que isso podia acontecer, o fogo que surgiu do nada me fez perceber que quem brinca com fogo se queima mesmo e eu agora em recuperação pela labareda passada escrevo para não empedrar na alma essa dor que deve ser esquecida.
Em passado, imutável seria a montanha vermelha coberta de flores vivas, no céu azul confuso em mar.

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